Ritmo da obra no Salgado Filho é “preocupante”

Zero Hora – O andamento das obras do novo terminal de cargas do Aeroporto Salgado Filho é classificado como "preocupante", segundo o balanço de dois anos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC 2), divulgado ontem pelo governo federal.

Apesar de ter só 27% do trabalho concluído, a Infraero assegura que o prazo final para conclusão do complexo logístico, em agosto do ano que vem, será cumprido.

Em nota, a empresa afirma que "a classificação de preocupante do PAC 2 é designada para empreendimentos que tiveram, no seu desenvolvimento, fatores que afetaram sua execução e merecem atenção redobrada".

A partir do alerta do governo, explica a Infraero, várias medidas já foram tomadas e "a perspectiva é que, no próximo balanço do PAC, esse empreendimento volte a ser qualificado como adequado".

As obras incluem a construção de novo complexo de logística de cargas, com pátio de aeronaves, edifício de administração e órgãos públicos, estacionamentos de caminhões e veículos.

Conforme o balanço do PAC2, o trabalho está paralisado em razão de problemas relacionados às fundações do pátio das aeronaves. O projeto será revisado até a próxima quinta-feira, dia 28, e, em 1º de abril, será realizada nova licitação para a retomada das obras.

A paralisação momentânea e as modificações no cronograma, garante a Infraero, não colocam em risco o prazo final estabelecido para a inauguração, em 1º de agosto de 2014.

A empresa, diz a nota, "está empenhada na solução dos problemas encontrados, visando à retomada mais rápida das obras".

Ronald Krummenauer, diretor executivo da Agenda 2020, entidade que busca organizar propostas concretas de interesse da sociedade gaúcha, afirma que, mais do que falar, o governo deveria agir para garantir a execução das obras dentro dos prazos preestabelecidos:

– Vejo a situação exatamente do mesmo jeito que o governo: muito preocupante. Mas o que a adianta ficar dizendo que é preocupante? O governo tem que solucionar essa situação.

Segundo Krummenauer, a alternativa para que as obras hoje realizadas pelo governo sejam efetivamente aceleradas – como sugere a sigla do PAC2 –, seria a formação de parcerias público-privadas (PPPs).

– Não é uma questão do partido A ou do partido B. É que o ritmo público é inaceitável para a velocidade das ações que a gente precisa. Ou seja, ou se faz parceria público-privada ou se fica tendo esse tipo de notícia. Podemos ficar resistindo. Mas, mais cedo ou mais tarde, teremos que ir por esse caminho – defende.

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